segunda-feira, 27 de março de 2017

Mapa Chinês de Porto Alegre



Porto Alegre, 26 de março de 1772

Dragão, Coelho e Rato

Na infância foi Dragão, na adolescência Coelho e agora, adulta, se mostra como Rato!! Características que interagem magnificamente para essa cidade continuar sendo ‘Demais’ em todos os aspectos!!


Poderosa Orgulhosa Realista Temperamental Objetiva

Acolhedora Liberal Entusiasmada Gentil Realista Emocional



Na análise de um mapa chinês, as características mais marcantes se apresentam principalmente no Ano e no Dia de nascimento, sinalizando o Destino e a Missão respectivamente, ou a Via de Expressão e a Forma de Ser. O Mês de nascimento potencializa as expectativas externas, o apoio recebido da vida e a pressão do entorno.

Foi estabelecida para Porto Alegre a data de 26 de março de 1772 como dia de sua fundação, quando foi assinada a Provisão Régia desmembrando-a de Viamão. As características reunidas nos arquétipos dos signos chineses desse Ano, Mês e Dia, portanto, passaram a influenciar a forma como a cidade é percebida, como ela se apresenta e os caminhos que conduzem seu povo a novas experiências na vida!

No seu ano de nascimento, o arquétipo do Dragão de Água expressa suas características básicas através de uma abordagem espiritualizada, questionando valores, crenças e conceitos, posicionando-se poderoso, superior e curioso frente a novos conhecimentos, filosofias e emoções! Sua energia é poderosa, intuitiva, imperativa, excêntrica, direta, franca e por vezes brusca, demasiadamente egocêntrica e autoritária.

Em março, o Coelho de Água se caracteriza através de uma energia de total vinculação social, sensibilidade, docilidade, diplomacia, fragilidade e acolhimento. Para evitar o confronto e pela dificuldade em se posicionar, esse arquétipo pode se expressar como um excelente político, superficial e descomprometido. Apesar de possuir uma empatia forte com os sentimentos alheios que fazem com que trabalhe focado no bem-estar dos demais, seu objetivo final sempre é a autopreservação.

No seu dia de fundação, Porto Alegre tem a expressão do arquétipo do Rato de Terra. Um signo sério, realista, justo, moderado, disciplinado e dedicado ao aprendizado. Possui um inerente sento de menos valia e também sabe se posicionar de forma intolerante, intransigente, gananciosa, com rancor e pessimismo no desequilíbrio dessa expressão.

Na relação desses arquétipos com as características do povo que aqui habita podemos destacar o Dragão, com plena consciência do seu poder, resistência forte e espírito aguerrido. O Coelho é percebido na forma gentil como todos que aqui se estabelecem são acolhidos, nas suas relações politizadas onde impera a democracia e na avaliação pessoal dos seus habitantes, quando se consideram acima de todas as outras pessoas. Tal qual o Rato, por vezes sua energia é alegre, solta e divertida, orgulhosa das conquistas, noutras, aparece a mágoa, a mesquinharia, a frieza e o distanciamento dos problemas sociais. Apesar de sempre sério, disciplinado e correto!

Se expressar como Rato numa via de Dragão é o grande Desafio para o povo que compartilha da egrégora desta cidade como residente ou cidadão naturalizado!


Vibramos numa determinada diapasão de acordo com nossa história pessoal, de acordo com as experiências vivenciadas e de acordo com as reações dos outros sobre nosso comportamento! Assim é possível relacionar a cidade com seus potenciais astrológicos e espelhada nas pessoas que a compõem, sejam residentes, visitantes, convidados ou intrusos!

Ser a melhor versão possível dos Arquétipos potenciais é vibrar em Alta Frequência e assim manifestar uma vida Leve, Tranquila, Feliz e Próspera.

Lucimara Stráda

HO'OPONOPONO - uma Versão modificada para experienciar a Cura

Harmonìzare: HO'OPONOPONO - uma Versão modificada para experienciar a Cura

quarta-feira, 1 de março de 2017

O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.

O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo.
  O que for o teu desejo, assim será tua vontade.
O que for a tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino.



E quando descobrimos que nosso verdadeiro Eu é potencialidade pura, alinhamo-nos à força que coordena tudo no universo.

A fonte de toda a criação é a conscientização pura… A potencialidade pura que busca expressar-se do não manifesto ao manifesto…

O universo opera através de trocas dinâmicas… Dar e receber são diferentes aspectos do fluxo da energia universal.

Toda ação gera uma força energética que retorna a nós da mesma forma… O que semeamos é o que colheremos amanhã.

Em nossa própria capacidade de dar tudo aquilo que almejamos encontra-se a chave para atrair a abundância do universo - o fluxo da energia universal – para a nossa vida.

E quando escolhemos ações que levam felicidade e sucesso aos outros, o fruto deste ato é sem dúvida alguma a felicidade e o sucesso que certamente nos virão.

E quando utilizamos as forças da harmonia, da alegria, do amor, atraímos sucesso e boa sorte facilmente.

A inteligência da natureza opera pela lei do mínimo esforço… Sem ansiedade, com harmonia e amor.

É inerente a toda intenção e a todo desejo o mecanismo da sua realização… A intenção e o desejo têm, no campo da potencialidade pura, o poder da organização infinita.

No distanciamento está a sabedoria da incerteza… Na sabedoria da incerteza está a libertação do passado, do conhecido, que é a prisão dos velhos condicionamentos.

E na mera disponibilidade para o desconhecido, para o campo de todas as possibilidades, rendemo-nos à mente criativa que rege o universo.

E quando introduzimos uma intenção no campo fértil da potencialidade pura, colocamos essa infinita organização a nosso serviço.

Todos têm um propósito de vida…

Um dom singular ou um talento único para dar aos outros.
E quando misturamos esse talento singular com benefícios aos outros, experimentamos o êxtase da exultação de nosso próprio espírito – entre todos, o supremo objetivo.

___________ Brihadaranyaka Upanishad

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Ser Rato e Fazer as Pazes com a Mente

Ratinho, pequenino, rapidinho, sorrateiro, agitado e medroso! Se mete na toca correndo, se escondendo para não ser pego! Seus dentinhos afiados não param e vão roendo tudo o que encontra pela frente!

Curioso, brincalhão, espontâneo, ousado, atrevido, feliz, sociável, de gestos e expressões infantis, pode falar demais, ser demasiadamente crítico, se meter na vida dos outros e adorar uma fofoca! Mas, sempre sem nenhuma intenção de fazer mal, tal qual uma criança!


Sua motivação básica é garantir sua sobrevivência e de seus companheiros! Possui grande capacidade de cuidar das pessoas e gosta de compartilhar tudo o que tem com os mais queridos. Mas quando contrariado, agredido ou ofendido, some e, magoado, vai guardar rancor por muito tempo!

É o primeiro signo do zodíaco chinês, associado a inícios, impulso... e dinheiro! Conta-se que, na China, quando são ouvidos ruídos à noite, costuma-se dizer que é o Rato contando suas moedas!

Possui grande habilidade e determinação para ganhar dinheiro. Observa e analisa tudo, sempre objetivando o lucro. Também é muito desconfiado, não suporta a ideia de ser pego desprevenido ou de ser traído em sua confiança, que não é lá muito fácil de ser conquistada!



Por vezes pessimista, inseguro e meticuloso, pode se perder em detalhes sem importância e apesar de não se importar com a opinião dos outros, também tem grande dificuldade em confiar no seu próprio julgamento.

O Rato mantém-se calmo e controlado no meio da mais forte tensão, raramente perde a calma, tem facilidade para visualizar novas possibilidades e com habilidade, rapidez e inteligência encontra soluções muito criativas! Um dos desafios a superar é a capacidade de adaptar-se a situações difíceis e inesperadas.

Sua agressividade também é imediata e sua lei é dente-por-dente. Não esquece uma traição e sua estabilidade emocional não é muito segura! Pode retirar-se do convívio apenas porque imaginou não ser querido ou estar sendo criticado.

Sintonize com a frequência de quem Você É para que a Vida te leve Além - descubra-se através do próprio Mapa Chinês.
www.psicomatriz.com.br
Harmonizare Lucimara Stráda

sábado, 9 de julho de 2016

Significado dos Nomes de Acordo com a Psicogenealogia



Os significados dos nomes são por vezes inconscientes, 

mas ainda assim nos afetam.  

Quão leve ou pesada pode ser a carga imposta por um nome? 



Este primeiro presente outorgado ao recém-nascido o individualiza no seio de sua família. A psique infantil, tal como faria um animal doméstico, se identifica a esse som que constantemente atrai sua atenção. Termina por incorporá-lo à sua existência como se fosse um órgão ou uma víscera a mais. Na maioria dos casos, nos nomes, se realiza o desejo familiar de que seus antepassados renasçam: o inconsciente pode disfarçar esta ausência dos mortos repetindo o nome inteiro (em muitas famílias o primogênito recebe o mesmo nome que seu pai, seu avô, seu bisavô; se for uma mulher, pode receber nomes masculinizados que passa por exemplo de Francisco à Francisca, de Marcelo à Marcela, etc). Estes nomes vêm carregado de uma história, às vezes secreta (suicídio, enfermidade, cárcere, prostituição, incesto ou vício, seja de um avô, uma tia ou primo), e se faz assim veículo de sofrimentos ou de condutas que pouco a pouco invadem a vida de quem o há recebido.


Há nomes que alegram e nomes que pesam. Os primeiros atuam como talismãs benéficos. Os segundos, são detestados. Se uma filha recebe de seu pai o nome de uma antiga amante, esta sente-se como uma parceira do pai por toda a vida. Aquelas pessoas que recebem nomes que são conceitos sagrados (Santa, Pura, Imaculada, etc.) podem sentir como ordenações, padecendo de conflitos sexuais. Aqueles batizados como anjos (Angélica, Rafael, Gabriel, Celeste, etc.) podem sentir-se não “encarnados”. Os Jesus, Emanuel, Cristian, Cristóvão, é muito possível que padeçam de delírios de perfeição e aos 33 anos tenham angústias de morte, acidentes, ruínas econômicas ou enfermidades.


As vezes os nomes dados são produto do desejo inconsciente de solucionar situações dolorosas. Por exemplo, se um homem quando era pequeno foi separado de sua mãe, chamará a seu filho de João Maria, realizando assim nesse nome duplo seu desejo de unir-se com ela. Se um pequeno morre, os que lhe sucederem podem ser chamados de René (do latim renatus, que significa “renascido”). Se um antepassado foi preso, para vergonha de sua família, por haver cometido um roubo, um descendente direto pode ser batizado com nomes que remetem à pureza e à inocência. Se depois de uma filha nasce um filho ao qual se batizam com o nome dela masculinizado (Antônia seguida de Antônio, Francisca seguida de Francisco, etc.), pode indicar que o nascimento da menina foi uma decepção e, considerando-se o projeto de um futuro homem, pode viver em uma dolorosa desvalorização de si mesma, sentindo-se incompleta.


Um nome inspirado em estrelas de cinema ou televisão, de escritores famosos impõe uma meta que exige a celebridade, ou que pode ser complicado se não têm talento artístico. Se os pais transformam o nome de seus filhos em diminutivos, podem fixá-los para sempre na infância.


O inconsciente, por sua natureza coletiva, esconde significados nos nomes que o indivíduo, sem conhecer conscientemente, padece. Os nomes de santos induzem qualidades, mas também transmitem martírios. Algumas Marias podem verem-se assediadas pelo desejo de terem um filho perfeito. Alguns Josés podem ter dificuldade para satisfazer a uma mulher.


Os nomes, no inconsciente, funcionam como mantras (versos proferidos por aqueles das culturas hinduístas e budistas). Estas palavras, por sua repetição constante, originam vibrações que produzem determinados efeitos ocultos. Os hindus acreditam que cada som no mundo físico desperta um som correspondente nos reinos invisíveis e incita a ação de uma força ou outra. Segundo eles, o som de uma palavra é um eficaz agente mágico e a principal chave para estabelecer a comunicação com as entidades imortais. Para a pessoa que desde o nascimento até a morte repete e escuta repetir seu nome, este funciona como um mantra. Mas um som repetido pode ser benéfico ou danoso. Na maioria dos casos o nome consolida uma individualidade limitada. O ego afirma “Sou assim e não de outra maneira”, perdendo fluidez, estagnando-se.


- por Alejandro Jodorowsky




quinta-feira, 21 de abril de 2016

Exercício de Hoje: ACOLHER

Acolher é aceitar – não resistir, somente Aceitar
Abrir-se Permitir Soltar-se
Deixar ser como parecer ser - Corajosamente, não interferir




Hoje é um dia para exercitar a coragem da Permissão.A tudo hoje eu permitirei à vida se mostrar.
Deixarei ela me conduzir, evitarei definir um rumo, evitarei controlar.Somente Acolher - a tudo que acontecer, direi Sim.

‘ACOLHO ACEITO CONFIO, EM PAZ PERMANEÇO’


Quando o peito aperta, a respiração trava, a tristeza se faz presente, a raiva sufoca, a mágoa pressiona, a desesperança aniquila, é tempo de ajoelhar, prostrar-me à Terra, entregar-me e aceitar humildemente que nada sei, permitir que entre a Luz nesta minha rendição! Acolher o que vier - lágrimas, dor, desamparo, carência – neste momento não existe espaço para compreensão alguma.



É na entrega absoluta de controle que eu permito que a Reparação aconteça – permito que o Divino se manifeste e me coloque novamente no Caminho, em sintonia com os meus propósitos de alma. Só é preciso um instante para o milagre acontecer. Um instante de Entrega, um instante de Presença, um instante de total Comunhão. Nesse instante santo a Perfeição Divina encontra ressonância e reverbera em mim e em tudo a minha volta.

Hoje eu acolho que nada sei, que não tenho necessidade de saber e que tudo o que acontece surge como uma oportunidade para saber mais sobre quem eu sou. Vou observar minhas reações e evitar reagir, vou desistir de qualquer análise ou julgamento sobre o que acontecer.

Essa parábola de Buda ajuda a compreender que nunca há necessidade de reações, de confrontos, de brigas ou discussões. Compreendi com ela que reagir às situações era um equívoco que eu precisaria abandonar para prosseguir mais eficazmente em meu propósito pessoal evolutivo:

Buda estava sentado embaixo de uma árvore falando aos seus discípulos quando um homem se aproximou e lhe deu um tapa no rosto. Buda esfregou o local e perguntou ao homem:
- E agora? O que vai querer me dizer?

O homem ficou um tanto confuso, porque ele era acostumado a insultar as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era nem uma coisa nem outra; ele não ficou com raiva nem ofendido, nem tampouco foi covarde. Apenas foi sincero e perguntou: "E agora?" Não houve reação alguma da sua parte.

Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:

- Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda, guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.

- Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas você está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma ideia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa ideia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender?

Se vocês refletirem profundamente, continuou Buda, ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.

Há momentos de grande intensidade em que a linguagem é impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: "E agora?"

O homem ficou ainda mais atordoado e confuso! Foi para sua casa e naquela noite não conseguiu dormir.

Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:

- E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem.

O homem olhou para Buda e disse:
- Perdoe-me pelo que fiz ontem.

- Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.

E você também é outro, continuou Buda. Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado. Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.

Trecho baseado no livro Intimidade: Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros / Osho – São Paulo, Cultrix, 2006


‘ACOLHO ACEITO CONFIO, EM PAZ PERMANEÇO’


Lucy Strada - www.psicomatriz.com.br